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domingo, 19 de outubro de 2008

ORIXÁ NATURAL, INTERMEDIÁRIO E INTERMEDIADOR



Nas duas últimas postagens falamos um pouco sobre os Orixás Ancestrais, e nesta postagem gostaríamos de falar um pouco sobre os Orixás Naturais, principalmente no que se refere às suas hierarquias.

Vimos que na Coroa Divina temos sete essências divinas, portanto sete Tronos essenciais, cada Trono projeta-se dando origem a dois pólos positivo e negativo, ocupados por dois Orixás Naturais, que são irradiadores de suas qualidades essenciais.

Os Tronos assentados nos pólos deste terceiro nível já são diferenciados e os identificamos como masculino ou feminino, positivo ou negativo, ativo ou passivo, universal ou cósmico, irradiação contínua ou alternada, etc....

Estes novos Tronos na Umbanda denominamos de “Orixás Naturais” pois já são diferenciados em sua natureza, qualidades, atributos e atribuições, nem todos são conhecidos porque não tiveram seus nomes divinos adaptados à forma humana, não foram humanizados, os nomes dos tronos são mantras ativadores de seus magnetismos, irradiações, energias, qualidades, atributos e atribuições, os mestres de luz conhecem os nomes mantricos, mas não têm autorização para os revelar, caso revelem a escrita de alguns não revelam a sua pronuncia.

As sete projeções dos sete Tronos essenciais criam quatorze pólos magnéticos, sete positivos e sete negativos, que se projetam e criam novos pólos ao todo quarenta e nove pólos positivos e quarenta e nove pólos negativos, criando assim
o quarto nível vibratório que é o nível dos Tronos Intermediários.

Este quarto nível projeta-se e forma-se o quinto nível que é dos Tronos Intermediadores.

O quinto nível por sua vez também se projeta formando o sexto nível vibratório, cujo magnetismo é o mais próximo do nosso, de onde vem os orixás dos médiuns, tanto de umbanda como de candomblé.

Todo médium tem o seu “santo” de cabeça, mas estes são Orixás do sexto nível, que começaram a surgir a partir do segundo nível vibratório, quando os Tronos se irradiaram surgiram dois pólos diferenciados, um masculino e outro feminino, um irradiador e outro atrator, um positivo e outro negativo, etc.., deram início assim a hierarquias distintas, com um único objetivo de amparar a evolução dos seres, das criaturas e das espécies.

Os Orixás Intermediadores são os responsáveis pelas linhas de ação e de trabalho que atuam nos templos de Umbanda, é através destas linhas que os espíritos que se reintegraram às hierarquias se manifestam durante os trabalhos espirituais, usando nomes simbólicos que identificam a qual linha estão agregados.

Muitos destes Orixás Intermediadores são espíritos que já evoluíram para outros níveis e hoje retornam para acelerar a evolução espiritual dos seus afins que ainda não concluíram o estágio encarnacionista ou ainda estão muito ligados ao plano material.

Os Tronos Intermediadores criaram suas hierarquias de ação e trabalho, algumas já com vários milênios de idade, para melhor atuarem no astral junto aos espíritos ou no material junto às pessoas espalhadas nas mais diversas religiões.

No astral as linhas de ações e trabalhos tem o nome de “ordens”; e seus regentes são os Orixás Intermediadores, ou espíritos ascencionados que reassumiram seus graus de Tronos Intermediadores, os quais deixaram vagos quando encarnaram, para auxiliarem seus afins no estágio humano da evolução.

Uma grande parte das linhas de ação e trabalho da Umbanda são dirigidas por Tronos humanizados, ou seja que encarnaram, desenvolveram uma consciência e toda uma religiosidade humana e hoje estão aptos a entenderem o nosso comportamento, diferente dos seres encantados que são seres que não encarnam.

Os Orixás Intermediários assentam os Tronos humanizados à direita ou esquerda, abrem-lhes os mistérios dos regentes planetários e os religam com seus ancestrais, em seguida os religam magnética, energética e vibratoriamente com um dos quatorze Orixás Naturais e este Orixá os regerá para onde o Orixá Intermediário que os assentou achar mais útil para os espíritos humanos.


Texto extraído no livro “Código de Umbanda” psicografado por Rubens Saraceni.


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

ORIXÁS ANCESTRAIS CONTINUAÇÃO




Em nossa publicação anterior fizemos uma explanação rápida, sobre os Orixás ancestrais.


Cientes que nem tudo foi aberto para a humanidade, entendemos que muito de seus mistérios são vedados para nós.


Contudo gostaríamos de nessa publicação, complementarmos a publicação anterior.


Vejamos existem sete tipos de magnetismos, que são planetários e multidimensionais, que são em si mesmo uma individualização de Deus.


A estas individualizações de Deus denominamos como divino Trono das Sete Encruzilhadas, pois ele reúne em si mesmo os sete aspectos (vibrações e essências) divinos. Desta sete irradiações surgiram os sete Tronos que formam a Coroa Divina, ou seja, o primeiro nível vibratório do divino Trono das Sete Encruzilhadas e também surgiu as sete telas planetárias multidimensionais onde tudo o que acontece é refletido e chega ao conhecimento do “Logos” planetário.


As sete telas são sete vibrações magnéticas.
Os sete Tronos são as sete irradiações energéticas essenciais.


As telas e os tronos têm o mesmo nome, pois as telas são as refletoras do Trono das Sete Encruzilhadas, e os Tronos são seus irradiadores para o primeiro nível ou nível essencial.


Então temos:


Tela Cristalina -Trono Cristalino - Tela da Religiosidade - Trono da Fé


Tela Mineral - Trono Mineral - Tela da Concepção - Trono do Amor


Tela Vegetal - Trono Vegetal - Tela do Raciocínio - Trono do Conhecimento


Tela ígnea- Trono ígneo - Tela da Razão - Trono da Justiça


Tela Eólica Trono Eólico Tela da Ordenação Trono da Lei


Tela telúrica - Trono Telúrico- Tela do Saber - Trono da Evolução


Tela Aquática - Trono Aquático - Tela da Criatividade -Trono da Geração


Portanto cada irradiação (essência) divina , forma um trono, este trono projeta-se dando origem a dois pólos magnéticos, positivo e negativo, que são ocupados por dois Orixás Naturais que irradiadores de suas qualidades essenciais. O Trono ao projetar-se mantem uma irradiação neutra ou essencial, que traz em si qualidades essenciais do Trono que as irradiou.


Do pólo positivo e o negativo formam uma linha eletromagnética que cruzam a irradiação neutra do Trono que originou o surgimento da linha que eles pontificam.


Portanto a hierarquia Divina que rege o planeta é o Setenário Sagrado, formador da Coroa Divina, tem nos sete Tronos essenciais o seu primeiro padrão e nível vibratório, tem nos dois pólos assentados de cada uma das sete irradiações projetadas o seu terceiro nível ou padrão vibratório.


Os Tronos assentados nos pólos deste terceiro nível já são diferenciados e os identificamos como masculino ou feminino, positivo ou negativo, ativo ou passivo, universal ou cósmico, irradiação continua ou alternada, etc...


Estes novos Tronos são denominados na Umbanda de “ Orixás Naturais”, pois já são diferenciados em sua natureza, qualidades, atributos e atribuições.


(Texto extraído do livro "O Código de Umbanda" obra inspirada pelos Mestres de Luz: Sr Ogum Beira-Mar, Pai Benedito de Aruanda, Li-Mahi-An-Seri yê, Seiman Hamiser yê e Mestre Anaanda e psicografado por Rubens Saraceni.).

domingo, 7 de setembro de 2008

ORIXÁ ANCESTRAL





Os Orixás Ancestrais são essências por onde DEUS (OLORUM) flui o tempo todo se manifestando a todos e em todos os níveis.



No meio humano costumá-se idealizar os orixás ancestrais como divindades naturais, o que não é correto, pois os orixás ancestrais não são um ente em si, mas tão somente um “estado” do Divino Criador.

Vislumbramos Deus no cristalino em um sentido, em uma essência, e o vislumbramos no vegetal em outro sentido, em outra essência, etc...

Portanto os orixás ancestrais são estados do Criador e nada mais nos atrevemos idealizar , muito pouco sobre eles foi aberto para
a humanidade.

São sete as essências que formam o Setenário Sagrado, portanto sete Tronos Essenciais, as quais estamos ligados, pois através de uma dessas essências é que temos evoluído.

Nosso Divino Pai nos criou em uma dessas sete essências e no decorrer dos tempos vamos vivenciando estágios evolutivos que nos facultarão a incorporação de todas as outras seis essências.

Somente tendo-as em nós mesmos, e vibrando-as a partir de
nosso íntimo, ascenderemos em harmonia e equilíbrio para o Pai Todo Poderoso, nosso Criador, ou seja a ele retornaremos.

Os Orixás Ancestrais, são anteriores e hierarquicamente superiores aos Orixás Naturais, regentes de muitas dimensões de vida em nosso planeta.

Os Orixás Ancestrais se manifestam de dentro para fora no ser, vejam todos nós temos uma semente original que denomina mental, esta semente tem o formato ovalado e na literatura espírita é chamada de ovóide.

O ovóide através de poros especiais capta essências puras(originais), que circulam em todos os campos vibratórios. Mas através de cordões invisíveis, o ser mental é alimentado pelos orixás essenciais assentados na Coroa Divina, pois a ela todos estamos ligados mentalmente.
Desta forma, através dos cordões invisíveis aos nossos olhos, os orixás essenciais vibram dentro da semente original de cada ser.

Os Orixás essenciais desta forma tanto podem estimular um ser mentalmente, como pode paralisá-lo ou anulá-lo e neutralizá-lo em algum dos sentidos. Tudo depende da necessidade que o filho apresenta para a sua evolução.

O Orixá Ancestral é a ligação direta do filho com o Pai.

Sete são as manifestações Divinas assentadas na Coroa do Pai.
Sete são os Tronos Regentes de todo planetário.
Sete são os Orixás ancestrais.



1 – Orixá Ancestral cristalino.





2 – Orixá Ancestral mineral.




3 – Orixá Ancestral vegetal.



4 – Orixá Ancestral ígneo.



5 – Orixá Ancestral aéreo.



6 – Orixá Ancestral telúrico.



7 – Orixá Ancestral aquático.



Texto extraído do Livro Sete Linhas de Umbanda
psicografado por Rubens Saraceni.


terça-feira, 2 de setembro de 2008

QUEM É PRETO VELHO?



Pretos velhos, já pararam para pensar no significado deste tema “Preto Velho” ?


Sem dúvida nenhuma a maioria dos irmãos espíritas, usam este termo para qualificar, distinguir uma determinada falange espiritual, mas é só, nem por um momento se aprofundam em seu significado, pensam simplesmente que é a falange de escravos velhos, que desencarnaram como tal nesta terra e nada mais.


Preto velho, quanto, mas quanto, este termo é profundo, ele representa a Humildade, a Simplicidade daqueles que evoluíram através dos séculos em direção ao amor de Cristo.

Quantos espíritos titulados “pretos velhos” em outras encarnações não foram doutores, filósofos, matemáticos, padres, apóstolos, reis, monges orientais, magos, etc....., quantos, quantos eu vos pergunto?

Ora bem sabeis que após a reencarnação o espírito readquire a sua Identidade Integral, voltando aos poucos a sua “inteligência” todas as reencarnações passadas e os ensinamentos adquiridos nelas, também é sabido que um espírito desencarnado pode apresentar-se da forma que lhe aprouver, conforme a sua evolução, portanto um preto velho que foi um filósofo em outra encarnação como tal poderia se apresentar, da mesma forma que um médico em sua última reencarnação pode se apresentar como preto-velho se este foi o seu estado em reencarnação anterior.

Por isto meus irmãos, é que os Pretos Velhos são considerados a falange mais doce, a mais simples e a mais humilde das falanges que fazem parte da umbanda, são também os mais pacienciosos, sempre prontos a perdoar, a por “panos quentes”, preferindo eles dar grandes voltas para chegar a um objetivo do que ir diretamente a ele, se isto for causar mágoa em alguém.

Só utilizam medidas drásticas em último caso, têm como companheiros de trabalho as almas (espíritos desencarnados a procura de luz), que eles em sua sabedoria infinita ajudam dando-lhes tarefas, ensinando-as assim o lindo caminho da real caridade, preparando-as para uma futura reencarnação.

Pretos velhos, Pretos velhos, qual seria a razão de vós teres desejado resgatar suas últimas dívidas como escravos, tratados muitas vezes como animais, perdoando a cada chibatada, a cada dor, na certa nesta posição vos colocastes para amparar espíritos fracos encarnados na mesma situação, ou talvez através de seu exemplo de humildade e paciência, fazer brotar a semente do amor em seus algozes.



Vós que aguentastes a escravatura até o fim de vossos dias terrenos, aproveitando a jornada para derrubar as vossas últimas fraquezas, vossos últimos vícios, vós que separados de seus filhos de sangue, vos tornastes Pai e Mãe de muitos filhos espirituais, a todos vós, por tudo que tens feito na seara do Senhor Jesus, eu elevo o meu pensamento de amor, o meu pensamento de agradecimento, pois a vossa existência é a prova que só o Amor, a Caridade e a Humildade poderão nos conduzir a espiritualidade Maior.



Ditado por Gilson Gomes
em 13-05-82