

O quarto Trono Assentado na Coroa Divina, é o Trono da Justiça Divina, tendo assentado no seu pólo positivo XANGÔ e no seu pólo negativo EGUNITÁ.
Xangô é o Orixá da Justiça e seu campo preferencial de atuação é a razão, despertando nos seres o senso de equilíbrio e equidade, Xangô é o fogo e irradia o calor que coloca os seres em movimento, é o calor que aquece os fluídos e permite que os processos genéticos se desdobrem e a vida aconteça de forma justa e equilibrada, mas ele é o fogo da justiça que anima os seres e faz com que cada um respeite os limites alheios.
A linha Natural da Justiça, como vimos é formada por Xangô e Egunitá, o seu elemento é o fogo, é o Trono Natural do Fogo Divino, Xangô é irradiante, e Egunitá é cósmica.
A linha da justiça se polariza com a linha da Lei (eólica por excelência) Ogum e Iansã.
Logo, Xangô (fogo) se polariza com Iansã (ar) e Egunitá (fogo) se polariza com Ogum (ar) criando duas linhas mistas ou duas linhas regentes da nossa Umbanda.
Xangô é o Orixá natural da Justiça, e está assentado no pólo positivo da linha do fogo Divino, portanto seu elemento é o fogo, seu magnetismo é irradiante e ele é um Orixá Universal.
Xangô se projeta do pólo positivo da linha do fogo Divino e faz surgir sete hierarquias naturais de nível intermediário, pontificadas pelos Xangôs regentes dos pólos e níveis vibratórios intermediários da linha de Forças da Justiça Divina.
Estes sete Xangôs intermediários são Orixás Naturais, regentes de níveis vibratórios, são multidimensionais e irradiadores das qualidades, atributos e atribuições do Orixá Maior Xangô, aplicando os aspectos positivos da Justiça Divina nos níveis vibratórios positivos e polarizam-se com os Xangôs cósmicos que são os aplicadores do aspecto negativo, na Umbanda quem lida com os Xangôs cósmicos são os Exus e Pomba-giras, vamos nos ater aos Xangôs dos pólos positivos que formam hierarquias de orixás intermediadores que pontificam as linhas de trabalho espirituais.
Todo orixá intermediário e todo orixá intermediador têm nomes mântricos que não podem ser abertos para o plano material, por isso adotam nomes simbólicos como: Xangô Sete Pedreiras, Xangô dos Raios, Xangô dos Tempos, etc..., mas quem usa esses nomes são os orixás intermediadores que foram humanizados e comandam linhas de caboclos que se manifestam na Umbanda, ficando claro que os Xangôs intermediadores são os seres naturais ou espíritos reintegrados às hierarquias naturais.
O sincretismo na Umbanda com a Católica é representado por São Jerônimo, como também por São João Batista, São Pedro e São Paulo, muito justo o sincretismo pois os mesmos são eternos defensores da Lei Divina.
Oferendas: Vela branca, vela marrom e vermelha, cerveja escura, vinho tinto e licor de Ambrósia, quiabo, caqui, manga rosa e mamão.
Texto baseado no Livro " O Código da Umbanda"
Xangô é o Orixá da Justiça e seu campo preferencial de atuação é a razão, despertando nos seres o senso de equilíbrio e equidade, Xangô é o fogo e irradia o calor que coloca os seres em movimento, é o calor que aquece os fluídos e permite que os processos genéticos se desdobrem e a vida aconteça de forma justa e equilibrada, mas ele é o fogo da justiça que anima os seres e faz com que cada um respeite os limites alheios.
A linha Natural da Justiça, como vimos é formada por Xangô e Egunitá, o seu elemento é o fogo, é o Trono Natural do Fogo Divino, Xangô é irradiante, e Egunitá é cósmica.
A linha da justiça se polariza com a linha da Lei (eólica por excelência) Ogum e Iansã.
Logo, Xangô (fogo) se polariza com Iansã (ar) e Egunitá (fogo) se polariza com Ogum (ar) criando duas linhas mistas ou duas linhas regentes da nossa Umbanda.
Xangô é o Orixá natural da Justiça, e está assentado no pólo positivo da linha do fogo Divino, portanto seu elemento é o fogo, seu magnetismo é irradiante e ele é um Orixá Universal.
Xangô se projeta do pólo positivo da linha do fogo Divino e faz surgir sete hierarquias naturais de nível intermediário, pontificadas pelos Xangôs regentes dos pólos e níveis vibratórios intermediários da linha de Forças da Justiça Divina.
Estes sete Xangôs intermediários são Orixás Naturais, regentes de níveis vibratórios, são multidimensionais e irradiadores das qualidades, atributos e atribuições do Orixá Maior Xangô, aplicando os aspectos positivos da Justiça Divina nos níveis vibratórios positivos e polarizam-se com os Xangôs cósmicos que são os aplicadores do aspecto negativo, na Umbanda quem lida com os Xangôs cósmicos são os Exus e Pomba-giras, vamos nos ater aos Xangôs dos pólos positivos que formam hierarquias de orixás intermediadores que pontificam as linhas de trabalho espirituais.
Todo orixá intermediário e todo orixá intermediador têm nomes mântricos que não podem ser abertos para o plano material, por isso adotam nomes simbólicos como: Xangô Sete Pedreiras, Xangô dos Raios, Xangô dos Tempos, etc..., mas quem usa esses nomes são os orixás intermediadores que foram humanizados e comandam linhas de caboclos que se manifestam na Umbanda, ficando claro que os Xangôs intermediadores são os seres naturais ou espíritos reintegrados às hierarquias naturais.
O sincretismo na Umbanda com a Católica é representado por São Jerônimo, como também por São João Batista, São Pedro e São Paulo, muito justo o sincretismo pois os mesmos são eternos defensores da Lei Divina.
Oferendas: Vela branca, vela marrom e vermelha, cerveja escura, vinho tinto e licor de Ambrósia, quiabo, caqui, manga rosa e mamão.
Texto baseado no Livro " O Código da Umbanda"
Obra psicografada por Rubens Saraceni



